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Os 3 Pilares do EPI: Lei, Proteção e Prevenção de Acidentes

Os 3 Pilares do EPI: Lei, Proteção e Prevenção de Acidentes

As normas do Ministério do Trabalho que regulamentam o uso de EPI em açougues e frigoríficos estão descritos na NR06, lá você encontrará:

  1. Definição de EPI;
  2. Certificado do aprovação – CA;
  3. Quem deve fornecer o EPI;
  4. Responsabilidade do empregador;
  5. Responsabilidade do empregado;
  6. Recomendações para uso.

Falando sobre objetos cortantes e proteção.

Alguns cuidados importantes a serem tomados em Açougues e Frigoríficos: Ter os equipamentos bem afiados pois evitam os esforços repetitivos como sobre cargas nas articulações, como punhos, cotovelo e ombros .

Sempre utilizar bandejas para manusear os instrumentos para evitar riscos de quedas do equipamento nos pés. O colaborador da área de açougue deve evitar circular nos locais comuns portanto as facas, mas se isso for imprescindível, é muito importante que mantenha a faca junto ao corpo.

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NUNCA DEIXAR DE UTILIZAR AS LUVAS DE PROTEÇÃO (EPI)

Para evitar cortes e acidentes com facas maquinários e equipamentos é imprescindível o uso de uma luva de aço (veja EPI em nossa loja).

Os riscos ocupacionais não existem apenas em locais com potencial para acidentes, com quedas de objetos, choques, cortes e queimaduras.

Porém os ambientes frios também possuem vários perigos inerentes às atividades realizadas e que merecem uma atenção toda especial.

Adotar práticas de prevenção para evitar que ocorram doenças e lesões ocupacionais ligadas às baixas temperaturas é imprescindível.

Neste caso os EPI’s são necessários para evitar a perda de calor do corpo e para que isso seja evitado se faz necessário o fornecimento de Blusa e Calça com proteção isolante entre os tecidos, bem como Luvas/Capuz e Botas Térmicas.

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Lesões e Doenças que poderão ser evitadas com o fornecimento dos EPI’s adequados.

Com a perda do calor corporal e a diminuição da circulação sanguíneas poderá surgir alguns problemas de saúde.

As partes mais afetadas são as extremidades como os pés e as mãos, porém o sistema respiratório e a pele não ficam fora dos problemas mais comuns a quem está exposto as baixas temperaturas, seguem algumas delas:

  1. Urticária (vermelhidão e coceira na pele)
  2. Ulceração (cor pálida da pele, dores e até formação de bolhas).
  3. Ao expor os pés a friagem e umidade, sem a devida precaução como botas e meias adequadas poderá desencadear uma diminuição da circulação sanguínea e consequentemente uma infecção.
  4. Muito comum também com a diminuição sanguínea nos dedos desencadear uma perda de sensibilidade , latejamento e ardência nos mesmos. (Fênomeno de Raynaud).
  5. A exposição abaixo de 0ºC ou o contato com objetos extremamente frios pode causar vermelhidão e inchaço da pele chegando ao extremo de uma infecção, gangrena e a perda dos membros afetados.
  6. Fieiras após a exposição a baixas temperaturas sem as devidas proteções podem causar frieiras ou perniose que é uma sensação dolorida e queimaduras o qual o tratamento é complicado e demorado.
  7. E o que se dever ser evitado a todo custo, que é uma hipotermia, que é quando o corpo perde a sensibilidade e pessoa passa a não sentir mais frio e nem dor , passa a ter uma fraqueza muscular e adormecimento, seguido de dilatação das pupilas e alucinações.

O individuo pode entrar em coma e e em casos extremos pode chegar a óbito. Ao observar algo parecido deve-se aquece o individuo e fornecer bebidas aquecidas e leva-lo ao hospital imediatamente. Cuidar da nossa saúde e da saúde dos nossos colaboradores é mais que obrigação é um ato de proteção. A Guedes disponibiliza alguns produtos que poderão ajuda-lo nesta missão de se proteger, proteger aos seu colaboradores e estar dentro da lei.

Conheça a sessão de EPI’s em nossa loja virtual, clique aqui.

Ou conte com nosso time comercial de profissionais especializados, ligue para: (11) 2348-6969

Confira também o artigo da fabricante VOLK, sobre: Lei do Uso de EPI’s